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Fronteira da Estante: Estrelas Perdidas

DM Rafael, Marcelo Skywalker, Twilek Pepe, Metalgeisha, Beto Chopper e Barão Fernando abrem a estante e comentam sobre o livro Estrelas Perdidas, numa nova série do Holocast.

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Nossa trilha sonora é cortesia de Marcos Kleine.

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  • Caique

    Esse é um excelente livro mesmo eu ouvi o audiobbok e gostei muito. Lembro que quando saiu a informação que a batalha de Jakku teria sido o turning point do império eu torci o nariz, na época me pareceu que era uma forma de dar uma importância pro planeta e introduzir ele de vez no novo cannon, o que de certo ponto não deixa de ser verdade, mas graças ao livro eu criei uma certa afeição com a batalha, bem mais do que ficar horas e horas trocando tiros no BF. Assim que voltar pra casa vou tratar de comprar a versão física do livro e arranjar um bom lugar de destaque no meu quarto pra ele.

    Um adendo, esse lance do império de não confiar em ninguém não é novidade, o General Veers já tinha ensinado pra gente.

    • Nem preciso dizer o que o Veers é, né? 🙂

      • Caique

        Forever and Ever.

  • Rafael Sangoi

    Meu livro favorito do novo cânone, realmente me surpreendeu muito. Como sugestão para o próximo Fronteira da Estante, gostaria de saber a opinião dos Holocasters sobre o livro Lords of the Sith. Continuem com o ótimo trabalho!

    • Minha opinião sobre Lords of the Sith: melhor que Tarkin, Cham é o cara e picnic sith é foda de aturar…

  • OLucasConrado

    Fala, pessoal, beleza? É a primeira vez que ouço (e consequentemente comento) aqui.

    Acabei de ler o Estrelas Perdidas. Inclusive, ontem mandei uns tweets pra Metal Geisha enquanto lia ontem. Aliás, ontem li umas 270 páginas do livro e não senti elas passarem. Tanto que, quando cheguei na página 390 na noite de ontem, eu dei uma olhada nas anteriores pra ver se eu tinha pulado alguma coisa. Não pulei. O livro é ótimo, o melhor de Star Wars que li.

    O que mais gostei nele foi o fato de dar voz a quem não tinha nos filmes. Não to nem falando só do Império (esse é outro ponto a se destacar. Marcas da Guerra, Estrelas Perdidas e Um Novo Amanhecer – esse último em menor escala – acabam um pouco com essa dicotomia Aliança-Império. Você percebe que boa parte das pessoas que entram para o Império não querem matar, torturar e explorar. Eles querem uma galáxia melhor). Mas voltando, mesmo na Rebelião, quem tinha destaque quase zero, aparecia. Destaque para o Dak, que foi o artilheiro do Luke.

    Gostei da escrita da Claudia Gray, dos personagens, motivações e até do romance. Namoro uma menina que mora em Alagoas e que vejo menos do que gostaria. Essa falta que um sentia do outro é um pouco do que sinto em relação a ela.

    E sobre o Thane descobrindo o planeta da base da Resistência, o problema é que no O Despertar da Força não falam o nome do planeta (D’Qar). Mas tenho o dicionário visual aqui e, apesar de não lembrar que no dicionário citava o Thane, lembrei do nome assim que li no livro. E pirei!

    Ah, e não lembro ao certo como descobri o livro. Só sei é que vi em algum lugar que ele contava como foram os eventos da Trilogia Clássica por outro ponto de vista, mas nem desconfiava que seria da visão de imperiais. Pra mim, seriam tipo contrabandistas, mercadores, alguma coisa assim, que estavam por acaso passando por Alderaan, Coruscant, Tatooine etc…

    Livro maravilhoso. Dou 10 de 10.

    • Olá Lucas, seja bem-vindo!

      Depois que o Fernando comentou da base de D’Qar eu também fui pegar meu dicionário visual pra conferir. E realmente eles contam como acharam a base e que foi o esquadrão do Thane, mas curiosamente não citam o nome dele.

      Agora achei curiosa a sua identificação com o livro com o seu namora a distância. Aparentemente esse livro consegui dialogar com cada um de formas bem diferentes 🙂

      • OLucasConrado

        Fala, Rafael!

        Então, foram dois pontos principais do livro que consegui traçar um paralelo na minha vida. Além da distância entre o Thane e a Ciena, estou nesse momento mudando totalmente de vida, profissionalmente falando. Estou saindo do Jornalismo e entrando na aviação, virando comissário de voo (tal qual os protagonistas, também sou apaixonado por voo e espero estar pilotando nos próximos anos).

        Jornalismo faz parte das ciências humanas. Então a tendência de boa parte dos amigos que tenho na Comunicação Social (e eu me incluo aí) é mais à esquerda. Já na área que estou entrando agora, é mais comum ver um pessoal mais de direita. Com discursos de combate à corrupção, estabelecer a ordem no país e por aí vai. É engraçado que um lado não vê com muitos bons olhos o outro na vida real. O Brasil tá rachado com um lado quase odiando o outro. E pouca gente se dá ao trabalho de ouvir os argumentos do outro lado.

        Amo os filmes mas no Cinema é muito forte essa dicotomia bem/mal. Mais ou menos como a gente tá vendo por aí nas redes sociais e conversas nesses dias esquisitos que vivemos. Os livros têm essa pegada que eu até tento aplicar na minha vida de ouvir o outro lado. E perceber que mesmo entre quem discorda da gente, há argumentos e, acima de tudo as pessoas têm mais em comum que a gente costuma pensar.

        E é o que alguém disse no programa, dá pra conviver de boas com quem pensa diferente da gente. Ainda mais no nosso caso, que não vivemos uma guerra civil (ainda =P)

        Sei lá, essa reflexão tá fazendo um pouco de falta no dia a dia.

        Aaaahhh e esqueci de comentar. Me bateu um pesinho na consciência de gostar tanto da cena da perseguição do campo de asteróides em O Império Contra Ataca. Nunca tinha parado pra pensar nos nomes gosto, costumes, sonhos etc dos pilotos daquelas Tie Fighters…

        • Cara, essa polarização das pessoas é algo que está bem difícil de lidar. Apesar de que algumas coisas são bem claras como erradas, não dá pra julgar as pessoas diretamente por um posicionamento político.

          Tanto que minha brincadeira da abertura foi ironizando uma pessoa que desfez amizade comigo basicamente porque sou amigo do Fernando, que por sua vez tem muitas ressalvas com um deputado que essa pessoa acha que está livre de todo tipo de crítica.

          Enfim, é necessário saber dividir críticas de ofensas, até para não se tornar o mesmo mal que se tenta combater.

          Papo político de lado, acho irado que você seja comissário de bordo! A boa notícia é que assim fica até mais fácil visitar a sua Ciena 🙂

  • Lucas Filipe (Lightkiller)

    Os livros do novo cânone ainda estão caminhando, alguns são bons e um em particular foi uma decepção. Aftermath que tinha como objetivo ser uma jornada para o Despertar da Força, falhou em mostrar esse caminho. O livro faz parte de uma trilogia, mas na minha opnião, começou muito mal.

    Estrelas Perdidas é sem sombra de dúvida, um dos melhores livros de SW. Essa história além de introduzir excelentes personagens, mostra todo o potencial de uma história sobre pilotos. Esse livro me fez lembrar os da série X-wing, mas Estrelas é muito melhor.

    Espero que esses episódios sobre os livros continuem, tenho o péssimo hábito de uns dois meses depois de finalizar um livro, esquecer mais 50%, esse episódio me ajudou a lembrar de muita coisa.

    Excelente episódio e que a Força esteja com vocês!

    • Agora calcule gravar esse ep meses depois de ter lido o livro! tive que sambar pra relembrar detalhes 🙂

  • Tio Ben Kenobi (Vicente)

    Com alguns meses de atraso, finalmente terminei o livro, e agora posso escutar e comentar o programa.

    Que livro maravilhoso!
    Confesso que demorei pra me interessar verdadeiramente pelo livro. Até a página 72 +- eu estava lendo meio que a contra gosto, tanto que fiquei quase 4 meses sem ler o livro, mas a partir do momento que eles sobem nas speederbikes, a história começa a mudar para mim.
    Li quase 150 páginas em 4 horas, algo bem difícil para mim por que leio muito devagar, mas dessa vez, me lembrou quando lançou o último Harry Potter que eu devorei o livro em 1 semana. Deste dia, em que lí até 3h da manhã, até hoje, se passaram quase 2 semanas e, enfim, terminei o livro.

    A experiência de ver como os jovens protagonistas se esforçam para entrar na Academia Imperial, e depois verem os acontecimentos da trilogia clássica acontecerem é espetacular. Me diverti muito lendo estes momentos no livro, e como é expressado o ponto de vista de Ciena e Thane, além do romance deles, que é muito bem escrito. Adoro quando tem esse tipo de situação na história.

    Bem, mas nem tudo é flores. A capa, para mim, é o maior ponto fraco do livro. Quando tu chega na página 100 e vê o que a Ciena fala sobre autodestruição, você para de ler um pouquinho, olha a capa, e automaticamente já sabe o que vai acontecer no final. E mesmo sabendo deste fim, a situação que ocorre foi algo inesperado para mim, estava ficando ciente de que teria um final trágico, mas no fim das contas, até que foi um final feliz.

    Enfim, chegamos ao final deste comentário, já que o livro terminou com gostinho de quero mais.

    Queria ouvir os programas sobre Marcas da Guerra e Tarkin, além dos outros livros do novo Canon. Seria bacana explorar isso 🙂

    Abraços e benção Skippiana para todos!