Holocast Rebels: A Fool’s Hope & Family Reunion – and Farewell

DM Rafael, Dbohr, Twilek Pepe, Metalgeisha, Beto Chopper e Barão Fernando se reúnem para se despedir da série Star Wars Rebels.

[0:00:00] Apresentação
[0:41:07] A Fool’s Hope
[1:11:11] Family Reunion – and Farewell

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Todos os efeitos sonoros de Star Wars foram feitos a partir do Star Wars Soundboard.

Música de encerramento: Billy Boyd – The Last Goodbye

Dê uma olhada nestes ótimos produtos disponíveis na Amazon brasileira!

  • Layon Rodrigues

    Esse final… quase acertei sobre o ‘Erza no totem’. Mas que diabos de indiretinhas foram aquelas do Erza pra Sabine? “Conto com vc, conto com vc, me busca na pqp quado eu sumir, não esquece o feijão no fogo.’
    E finalmente aconteceu o que previ: Sabine descoloriu tanto o cabelo que teve que raspar pq detonou a raiz kkkk
    Agora to curioso sobre o fim ‘Thrawn e Erza’. Será que ambos acabaram ‘unindo forçar’ pra sobreviver e acabaram virando ‘camaradas’. Será que voltaram pra Expansão Chiss juntos, para lutar contra ‘a ameaça maior que o Império’?
    A série foi boa, sentirei saudades.
    PS.: Espero que Rebels continue nas HQs.
    PS2.: Estou abrindo mesa de SW D20 SAGA no período Rebels+Rogue One 😀

  • Marcelo Eduardo

    Olá Beto, nos encontramos de novo e de novo. Mas falando sério agora: eu posso ter minhas ressalvas com a série e as vezes expressá-las aqui com um pingo de “verdadeiro fã” apenas pela diversão da parada. Fora uma ou outra coisinha com ela (tipo não dar um fechamento para a Ahsoka lá com o Vader), a jornada foi muito divertida e rendeu muito bons frutos e vale dizer que curti muito o visual “Gandalf” dela. Sem falar na animação que estava impressionante se comparado com o resto da série!

    Dentre estes frutos citados, de longe o melhor foi ter conhecido o Holocast e feito grandes amizades aqui dentro, mesmo que as vezes nossos pontos de vista não andem lado a lado. É muito bom ter um grupo de amigos para poder falar sobre suas coisas favoritas e as vezes desabafar sobre comentários absurdos em páginas incríveis sobre a Saga (cof cof)

    Rafa e equipe, meus parabéns por toda essa série de podcasts dedicado à Rebels. É o fim de uma (H)era (com o perdão do trocadilho) mas outra começará logo logo e só posso desejar vida longa à vocês e o Holocast sempre. E fico no aguardo de mais convites muahahaha

    Saibam que vocês não apenas são uma parte extremamente sadia, dedicada e vital de um fandom em sua maioria escroto como também são pedaços essenciais para o bem estar deste amargurado fã que precisa deixar de ler comentários alheios por aí.

    Que a Força esteja com vocês e vida longa à Rian Johnson.

  • Charles de Freitas

    Karabast! Benito di Paula é compositor de “Eh! Meu amigo Charlie / Eh! Meu amigo / Charlie Brown, Charlie Brown” e “Menina, que um dia conheci criança/Me aparece assim, de repente, Linda, virou mulher” (sim, aquela que o Netinho regravou). Meu último post chegou depois da gravação de vocês, então tô explicando de novo.

    Que série foi essa amigos? Que série! *leiam com a voz do Galvão Bueno*

    Há tanto tempo que eu não ficava tão comovido, nervoso e essas coisas com uma série de tv, esses últimos episódios então foram especialmente impactantes, começou a morrer quem nunca tinha morrido antes e mexeu muito com tanta gente, nós aprendemos a nos importar com personagens não reais e essa é a graça da arte, não? Não é Sabine e minha musa Tyia Syrcar? Por falar nisso, recuperando o que eu disse da última vez, ri alto mesmo, aquele riso que só quem passou pela faculdade de artes pode dar, quando o Ministro soltou um “não sou artista, sou crítico”, automaticamente pensei “isso explica muita coisa, não?” E ainda para falar dos penúltimos episódios, convenhamos que salvar a Axoka (quem sou eu para corrigir Palpatine, minha gente) trouxe muito menos impacto à linha do tempo do que de pessoas que a morte era comprovada, uma explicação estilo Doctor Who. E não consigo não me emocionar quando ouço a nossa querida Carrie Fisher, foi golpe baixíssimo.

    E falando dos episódios finais, que fotografia, que trilha sonora! Acho até que ouvi algo de Clone Wars ali no meio da batalha na base rebelde de Lothal. A cena dos lobos com o Ezra, aquele sabre de luz verde ligando, até eu estava sanguinário ali, querendo ver sangue imperial e se não fizesse parte do plano deixar a mulher viva, queria um lobo agarrando a Pryce pela cabeça. Também tive um sentimento Rogue One naquela cúpula do trovão e sobre o Zeb vs Rukh, só pensei “finalmente, esse cara parecia imortal!”.

    Bem, o Ezra não contou todo o plano para não ser impedido seriamente pelos amigos, imagino que todo mundo se arriscaria ainda mais se soubesse que ele estava prestes a fazer um sacrifício em nome do planeta. Acho que Rebels conseguiu explicar melhor sobre a relação entre sentimentos e Jedis, principalmente nesses episódios finais onde, sabendo o caminho que teriam que tomar, tanto mestre quanto o padawan precisaram estar bem focados no caminho, do contrário o futuro estaria completamente comprometido. Mais do que salvar a Axoka, os últimos teste do Ezra contribuíram para que ele pudesse resistir ao lado negro, como foi dito no podcast, se o Kanan estivesse vivo talvez o Ezra arriscasse salvar os pais. Quanto ao duelo contra Thrawn, o Ezra não só demonstrou o quanto amadureceu e como o avatar azulão já havia perdido para um moleque, mas também fez cumprir a visão/profecia do Bendu e o Thrawn teve seu fim em meio a muitos braços.

    Para finalizar, os casais… O filho híbrido… As palavras da Hera pareceram insinuar que a criança fosse usuária da força, espero que ele não estivesse treinando com o Luke, senão… Axoka, a branca, ficou lindíssima, a Sabine estava impressionantemente diferente.

    Agradeço poder ter vocês uma parte da minha caminhada com Rebels, embora já conhecesse o Rafael desde o DMDT, foi o desenho que me incentivou a postar e ter gente com quem dialogar de novo sobre algo que amo “foi” muito bom. Conhecer pessoalmente o Rafael e quase conhecer uma outra parte de vocês no evento também, mas haverá outras chances, afinal a Força é o que une todos nós. Até a próxima e Que a Força esteja com Todos Vocês”, inclusive com os futuros padawans que virão para somar!

  • Vicente G. Pinto

    Saudações meus queridos!
    Esse comentário de hoje é um tanto extenso, mas foi escrito com carinho. Então, senta que lá vem história.

    Este final de temporada espetacular foi a cereja neste bolo delicioso que foi acompanhar Star Wars Rebels. Quatro anos se passaram e pudemos acompanhar a tripulação da Ghost de perto, como se fosse nossa família. E nada melhor que se despedir com um grande espetáculo e um até logo.

    Comentários rápidos sobre os episódios:
    -Mordi minha língua com os Purgill e o Iron Squadron, que se provaram não serem fillers, e estou feliz por isso.
    -Thrawn para presidente!
    -A relação de amizade entre o Ezra e a Sabine mostra o quanto evoluiu esta série.
    -O sacrifício e o plano de Ezra foram brilhantes, e como ele resistiu a tentação do Imperador mostra que ele realmente aprendeu a ser um Jedi como seu mestre.
    -Eu chorei de novo.
    -E quero uma série sobre a busca da Sabine e da Ashoka pelo Ezra! Pra ontem!

    Agora, uma recapitulação de como cheguei aqui.

    Quando a série começou em 2014, vi os primeiros 3 ou 4 episódios e me decepcionei um pouco com o começo, esperava ver algo no nível que foi The Clone Wars e não tinha me conectado muito com o jovem Ezra, que na época era um bobão. Tudo isso começou a mudar depois uma senhorita (Luiza), que comecei a seguir no Twitter por causa da Estalagem do Macaco Caolho, começou a comentar muito sobre um tal de Holocast e sobre o Star Wars Rebels. Comecei a ficar intrigado até que resolvi ir atrás. Terminei de ver a primeira temporada no dia 6 de abril de 2015: https://twitter.com/VicentePinto/status/585093116102868992

    Tão logo terminei, comecei a ouvir os episódios do Holocast sobre o seriado, e como eles adicionavam conteúdo sobre o episódio… Tornou-se um vício ouvi-los, tanto que eu maratonei todos os episódios do podcast para poder começar a comentar quase que religiosamente (talvez um pouco demais). Desde então, acompanhei a segunda temporada inteira com vocês, comentando quase todos os episódios. O que se sucedeu à terceira temporada e culminou nesta quarta e última.

    Por causa do Holocast, fiz amigos muito queridos, Luiza, Beto, Rafael, Carol, Fernando, Caíque, Raquel, FZotto e até o Marcelo (que não me segue no twitter mas volta e meia troca ideia), encontrei alguns de vocês, joguei com alguns de vocês, e até fiz uma mini participação em um programa. A vocês deixo um grande abraço!

    No fim das contas, ficaremos órfãos desta série maravilhosa, mas como o Ezra disse no episódio “Vocês sempre farão parte de mim, mas eu tenho que deixar vocês irem”. Podemos dizer o mesmo para Rebels, ou então falar o que novamente o Ezra fala no final: “Eu não poderia desejar uma família melhor. Mal posso esperar para voltar para casa.”

    Assim me despeço depois de quatro temporadas e 75 episódios sem hutts… Obrigado por me acompanharem nessa série.

    Que a força esteja com vocês, sempre!

  • Jonas Picholaro

    Quase sem palavras com este último Holocast, mas se preparem que hoje é dia de textão!

    Sobre os episódios finais, na minha opinião, tirando um detalhe ou outro, o final da série foi mais do que digno. Rebels não foi só o primeiro produto (juntamente com o livro um novo amanhecer) do novo universo expandido, mas foi o primeiro material de star wars (fora livros e jogos) que tivemos depois de um boooom tempo.

    Lembro-me de acompanhar cada concept art que saia, cada notícia e a empolgação crescia mais e mais.

    Em seguida, descobri o holocast e em pouquíssimo tempo se tornou meu podcast favorito.

    Voltando aos episódios (caraca to parecendo a Carol me desviando do assunto e queimando pauta rsrsrsrs)

    – Pistola Price teve seu fim merecido, mas meu lado sádico diz que ela deveria ter pago mais caro ainda (afinal ela quem matou kanan), mas ainda é uma série para crianças e é star wars, então ok.
    – Imperador, simplesmente fantástico, o ator original tem essas tiradas de tiozão, chamando a personagem de Ashoka, lembrando levemente um títipo tio da sukita.
    – Karlus e Zeb, mais do que óbvio, romance mais do que constatado!
    – Hera e pequeno Syndulla, ninjas cortadores de cebola passaram perto de mim bem nessa cena. Eu como pai de um guri de 8 anos, não tem como não se emocionar. Offtopic: Parabéns aos mais novos papais!
    – Sabine, uma de minhas personagens favoritas de toda a saga, teve um final justo e aberto a muitas possibilidades, fico feliz que a veremos por ai.
    – Ezra e Thrawn, o que foi isso? entendo a necessidade de um final aberto e que os próximos passos dos personagens possívelmente ja estão definidos, mas a raiva cresce em ter que esperar pra saber o que acontecerá.
    – Ashoka, um ótimo final, abre muitas portas, mas o melhor de ela aparecer e continuar viva é ver o ódio fluir no Marcelo.

    Concordo quando dizem ser o melhor material de star wars lançado até o momento.

    Agora sobre o Holocast!

    Há 2 anos (amanhã dia 10 de março)

    Eu tive umas das piores experiências de minha vida, a qual ja relatei por aqui, ver a água invadindo minha casa e perder tudo aquilo que construí durante anos de trabalho e dedicação, não é nada fácil.

    Meu guri na escola, a esposa na época trabalhando e eu (que trabalhava remoto, em casa) sozinho tendo que lidar com toda a situação, salvando o que podia. Mas estava sozinho fisicamente. Vendo que a situação não poderia ser desfeita, la estava eu escutando o HOLOCAST REBELS: THE HONORABLE ONES, tocando em meu celular boiando em uma cômoda enquanto eu salvava algumas roupas.

    Vocês me deram ânimo, me fizeram rir do programa e da situação que eu estava passando.

    Meses se passaram em 2016 não acabava, neste mesmo ano me divorciei, e apesar de ter sido numa boa e sermos muito amigos hoje, separação é sempre difícil quando envolve uma terceira pessoa. Em seguida, a morte de uma amiga, que era como uma irmã veio logo em seguida.

    Sexta-feira era lei, o primeiro podcast que eu baixava e escutava era o Holocast, muito pelo estilo da gravação, sendo um grande bate-papo entre amigos, uma amizade que vimos crescer em meio ao programa.

    Todas as situações eram engraçadas:
    – Beto e seu jeito rabugento
    – Luiza e suas quedas de internet
    – Diego e seu hate pela trilogia clássica
    – Fernando e seu jeito calmo e aristocrático de colocar suas opiniões, gravando nú com um tara especial por hutts
    – Carol queimando a pauta ou mudando de assunto (desculpa Carol, mas é engraçado pra mim)
    – Rafael tentando controlar a pauta ou retomar o assunto quando os outros desviavam ou queimava (principalmente a Carol)

    Todos vocês, podem ter certeza que nunca serão esquecidos por mim!

    Um grande abraço e espero conhecê-los pessoalmente um dia.
    “Nos vemos no hiperespaço”

    • Katia Barga

      Lindo seu comentario. Muito importanre comentários como o seu, porque muitas vezes quem faz o pocast Não tem noção do impacto que causa na vida dos ouvintes. O podcast é nosso companheiro querido e fiel de todas as horas, as boas e as ruins, e é um trabalho tão bonito que o pessoal faz por amor, porque a gente sabe que tem retorno financeiro pra quem produz o conteúdo.
      Muita gratidão, Holocasters!

  • Daniel da Costa Bezerra

    Só para dizer que os nossos ouvintes são todos lindos. É muito amor!

  • Alexandre Henrique

    Ei po.. esse final de podcast foi direto no coração. O piano de fundo foi pra se acabar… Hahahahaha!

  • Caique

    Olá holocasters esse será o meu último comentario de um episódio de Rebels, por mais difícil que seja acreditar nisso fico feliz pela forma como tudo se encaixou no final. Foram três episódios de nível altíssimo que não decepcionaram nem um pouco e logo depois ainda tivemos esse podcast sensacional de 3 horas que estendeu ainda mais a emoção do final dessa série.

    Por falar nisso aqui vai minha declaração de amor a esse podcast, a segunda nessa temporada diga-se de passagem.

    Vale relembrar um pouco como conheci vocês.

    Era uma segunda feira, 18 de maio de 2015. Estava me arrumando pra ir pro curso de espanhol quando recebo uma ligação da minha amiga Raquel.
    – Alô.
    – Oi Caique. Você tá em casa?
    – Tô sim por que?
    – Você já ouviu falar de um tal de Holocast?
    – Não, o que é isso?
    – Um podcast de Star Wars muito bom que eu descobri. Você vai curtir bastante. Eles acabaram de lançar um episódio especial focado no ep 2.
    – Ep 2? (esfrego a sobrancelha fazendo cara de incrédulo) Esse filme é um lixo, é só isso que dá pra se falar desse filme.
    – Você nem ouviu ainda. Ouve lá que você vai gostar.
    – Tá bom vou baixar aqui antes de sair.
    – É bom mesmo, mais tarde vou ligar de novo pra saber o que você achou. (SFX: chicotada)
    Bom, eu baixei logo os dois datacrons que haviam sido lançados e pro meu total espanto eu adorei aquele papo de mais de uma hora sobre Ameaça Fantasma. No datacron do ep 2 eu já estava na sala de aula, sentado lá no fundo com o fone de ouvido o mais disfarçado possível ouvindo o programa enquanto a professora dava aula. Daí em diante vocês me acompanharam em praticamente todas as minha viagens apertadas de ônibus pro curso. Ouvi o datacron do ep 4 e decidi comentar pela primeira vez, na época ainda nem era o Caique e sim Cláudio Henrique um cara de 20 anos que não fazia praticamente nada da vida a não ser ficar ouvindo podcasts o dia inteiro (até durante as aulas). De lá pra cá tanta coisa aconteceu em nossas vidas pessoais, em Rebels, e nessa sessão de comentários também. Aqui novas amizades foram feitas, o meu nome praticamente mudou (nunca falei isso mas todos os meus amigos passaram a me chamar de Caique também depois do Holocast, até então isso era uma coisa exclusiva da minha família e daqueles mais próximos), e eu até consegui trazer a Raquel pros comentários também. E ela curtiu tanto interagir com vocês que já teve até competição pra ver quem comentava primeiro depois de um episódio de Rebels.
    Ah Rebels que saudade terei de você, nunca uma série me marcou tanto quanta essa. De um começo despretensioso ela evoluiu para uma coisa muito maior, algo que todos nós definitivamente amamos. Eu sempre gostei de Star Wars mas nunca fiz parte de uma comunidade tão incrível quanto essa em torno do Holocast. Graças a vocês eu não só tinha um canal pra expressar minhas opiniões sobre os episódios como também foram o principal motivador pra que eu revivesse minhas campanhas de RPG. Eu tirei o meu bom e velho SAGA empoeirado do armário e pude com ele viver algumas das melhores aventuras que já joguei. Teve Era da Rebelião, Dark Times, Clone Wars revisitada e talvez a mais marcante a do Infinities Pocket, essa última diretamente atrelada ao trabalho de vocês. Através de vocês conheci o sistema da FFG e decidi experimentá-lo, foi uma sessão meio atrapalhada mas bem divertida e até hoje espero por uma nova chance de jogar novamente o Fronteira do Império.
    Todos esses momentos foram incríveis mas sem sombra de dúvidas um deles se destaca muito mais do que os outros pra mim. Quando recebi a notícia de que minha mãe tinha Câncer foi um baita choque. Acho que poucas coisas no mundo podem se comparar ao sentimento de desnorteio após uma notícia grave, e comigo isso foi particularmente forte. Minha mãe sempre foi minha âncora nerd dentro de casa, ela que me apresentou a Star Wars, e vê-la naquela situação não foi fácil. Ter uma voz amiga pra te dar apoio sempre funciona nesses casos e comigo essa voz na verdade eram muitas, era a voz do Rafael, da Carol, do Beto, da Luiza, do Fernando, do Diego, do Dbohr. Eram as conversas com todos as pessoas incríveis que eu conheci através de vocês, conversas essas que me afastavam bastante daquele sentimento de tristeza que tentava sempre se aproximar. Acompanhar minha mãe nas sessões de quimioterapia munido do Holocast da semana se tornou um padrão pra mim.

    Enfim amigos, 4 anos passados e nos deparamos com o fechamento de um ciclo, daqui pra frente novos desafios cada vez maiores nos aguardam, mas não podemos de forma alguma nos abalar com isso. Porque por mais que tudo pareça estar dando errado se soubermos dar ouvidos as pessoas certas uma solução surgirá diante de nós.

    Um grande abraço a todos vocês e que a Força esteja conosco, sempre.

  • Katia Barga

    Que encerramento lindo!
    Adorei que apareceram as baleias do hiperespaço! Eu gosto do episódio delas kkk achei muito engraçada a aparição do Hondo, embora não gosta muito do personagem, foi bem legal.
    A trilha ficou muito caprichada nesses últimos episódios! Adorei, tem momentos que lembra muito a trilha das prequels que é fabulosa, além dos temas clássicos…
    Filone expandiu muito mais as histórias, mitologia da Força e possibilidades que a sequel trilogy. Dá a história pós ep 6 pra esse cara, pelamor de Deus!
    Agora o que eu quero mesmo saber, é quando o Kanan e a Hera fizeram esse filho??? WTF! Twilleks (acho que escrevi errado) engravidam de beijo??? Quase engasguei quando vi aquela criança já grandinha pos ep 6 kkk caraca.
    E tb quase engasguei ouvindo vcs falaram da Ahsoka Gandalf kkk demais!
    Que venha logo a nova série animada! Esse streaming da Disney pelo jeito vai deixar os fãs malucos, espero que pro bem, porque a racha foi feia depois do last jedi.
    Aqui no Brasil não me parece tanto, mas o backlash esta pesadíssimo nos EUA. praticamente todos os canais de la que acompanho e podcast estão descendo a lenha, e os comentários, então… nem queiram saber…
    Acho que o universo expandido tem toda a condição de agradar todo tipo de fã, é só não fazer besteira.

    • Daniel da Costa Bezerra

      Tenho cá comigo que hoje em dia o atalho mais rápido para os 15 minutos de fama é hatear algum ícone da cultura pop na internet.

      Repare que não é “não gostar”. Não gostar tá liberado, como sempre. É mais que isso, é HATEAR, é passar muito tempo e dedicar muito textão para derrubar aquilo que teoricamente você gosta. É assim com Star Wars, com Star Trek, com videogames, com tudo.

      • Katia Barga

        Muito verdade isso.

  • San Ramon

    Não posso dizer que gostei do encerramento, mas avaliando pela jornada foi um bom caminho. Rebels surgiu pra mim junto de SWTOR e o holoblog e eu pude reviver esse universo fantástico de Star Wars num momento em que eu precisava muito. Respeito o empenhado e o trabalho na série e no podcast, espero poder continuar prestigiando esse trabalho.

    Pra não haterar eu vou dizer que gostei do “fechamento” de Ahsoka – se ela só tivesse fugido do Vader seria mais redondo – e do Kanan. Vamos ver o que vem por aí.

  • daniel_morpheus

    Que surpresa foi a minha ao perceber que fui citado no final do programa pela Carol! Conheci a excelentíssima caçadora de recompensas twi’lek na feira 101 Arte, no Grajaú, em dezembro passado! Como bom estudante (agora formado) das Ciências Humanas que sou, estava lá para vender minha arte quando, de repente, escuto aquela voz familiar! Conversamos por alguns minutos, e foi divertidíssimo. Lembro que, em determinado momento da conversa, ela falou que eu deviria passar a comentar na área de comentários (dificilmente escrevo qualquer comentário nas internets da vida). Demorei para fazer isso, mas está aqui. Acredito que esse momento de despedida da série vale um textinho.

    Rebels chegou na minha vida em um momento complicado. Em um daqueles períodos onde você (para sua própria sobrevivência) deve parar de fingir que os problemas não estão ali e enfrentá-los. Contudo, o enfrentamento torna-se mais complicado quando boa parte desses problemas não são externos, mas sim internos – questões emocionais antigas que sempre estiveram ali, e que cresceram de tal forma que a única solução é o confronto. Foi nesse contexto que assisti Clone Wars numa tacada (no final de 2015). Logo em seguida foi a vez de assistir O Despertar da Força nos cinemas e partir para Rebels, que começava sua segunda temporada.

    Para mim, a série não foi apenas uma mera ferramenta de entretenimento. Em muitos níveis, ela se tornou parte intima de uma jornada de autoconhecimento e amadurecimento. A ficção tornou-se uma lente que me permitiu enxergar, de diferentes formas, meus próprios problemas , a fim de talvez, só talvez, encontrar soluções! Hahahaha

    Foi então que descobri vocês. Definitivamente não lembro como, mas independente disso, o Holocast acabou se tornando mais uma companhia constante nessa minha caminhada. Como falaram, parte do ritual de assistir Rebels é correr para o YouTube e ver o Rebels Recon depois do episódio. Para mim, existe sempre um terceiro passo: esperar ansiosamente pela publicação de um novo episódio do Holocast. A experiência de assistir a série do sr. Dave Filoni nunca era completa sem a conversa de vocês, dissecando episódio por episódio, observando cada detalhe e trazendo um mar de informações a respeito do cânone de saga!
    Mais que isso, a zoeira com os “verdadeiros fãs” (também não tenho paciência com esse povo), a fé em São Skippy, a torcida por Kanera (melhor casal) ou pelo romance Kallus & Zeb (segundo melhor casal), o uso constante do “Delicinha” como sobrenome do Sam Witwer… enfim… tudo isso completava as temporadas de uma maneira espetacular.

    Digo apenas obrigado a todos vocês. Muito obrigado. Pelas horas e horas de programas que acompanhavam parte da minha semana. Pelas risadas. Pelas lições aprendidas. E pelo conhecimento enciclopédico a respeito do lore de Star Wars! E obrigado também por servirem de inspiração. Não teria produzido tantas artes de Rebels se não acompanhasse o podcast de vocês. Boa parte da empolgação para rabiscar um personagem da série vinha depois de escutar o Holocast! Vocês são maravilhosos!

    E pra fechar o comentário gigante, sobre o episódio final:

    – Será que Jacen Syndulla foi pra academia do Titio Luke e foi posteriormente morto pelo Kylo Ren? Ou será que ele virou um Cavaleiro de Ren? Talvez eu gostasse de que uma dessas duas alternativas acontecesse, mas ao mesmo tempo não gostaria que Kanera terminasse com mais tragédia (já basta a morte do Kanan)!

    – Ahsoka viva depois de “Retorno de Jedi” me fez torcer para que ela encontre Luke e Leia, seja num livro ou numa nova série animada!

    – Ainda sobre Ahsoka: Imaginando, teorizando e exercendo o direito constitucional de todo fã de criar a história “ideal” na cabeça para depois se frustrar, pensei o seguinte: Será que, em um livro, gibi ou série, Ahsoka não poderia atuar como catalisadora no processo de luto/ perdão da Leia para com Vader? Fico sempre com a impressão que Luke perdoou Vader logo após a derrota do Imperador. Mas até onde saiba, isso não aconteceu com Leia (posso estar enganado). Imagino que poderia ser interessante mostrar um encontro dela com Ahsoka, na qual nossa amada “não Jedi” pudesse contar para a General Organa histórias de seu mestre Anakin durante as Guerras Clônicas. Saber o passado dele poderia ajudar a princesa a perdoar o monstro imperial que a torturou.

    – Se o boato da nova série animada for verdade, e a mesma se chamar “Star Wars: Resistance”… Isso indicaria que menino Filoni está construindo sua própria trilogia de Star Wars? Uma trilogia de séries, quero dizer, com personagens principais diferentes, mas coadjuvantes que transitam por elas (Hondo, Ahsoka, Rex, etc).

    Acho que é isso! Mais uma vez obrigado, e que a Força esteja conosco, sempre!!!

  • VRudah

    Saudações!

    Nunca fui muito de comentar por aqui mas sou um fã ávido do Holocast! Gostaria de agradecer e parabenizar pelo trabalho de vocês, Holocast Rebels certamente tornou minha experiência de acompanhar a série muito mais divertida e prazerosa.
    Sobre o final, soluções que envolvam viagem no tempo, não me agradam nem um pouco, mas como partilho do amor do Filoni pela Ahsoka, então tudo bem! Ahsoka the White forever! Fiquei muito curioso sobre qual foi o crescimento dela nesse caminho “não-jedi” até o RoTJ. Também fico imaginando um encontro com Luke e ele contando para ela que no fim, Anakin se redimiu! Gostaria muito que essas histórias fossem contadas.
    Gostei muito do encerramento da série, única coisa que me desagradou foi Sabine não ter voltado para Mandalore. Precisamos de mais Mandalore nessa parada toda!
    Sobre o filho da Hera, tinha um episódio em clone wars com um clone desertor que era casado com uma Twi’lek, os filhos deles eram bem mais para Twi’lek do que para humano. Perdi algo nessa parada aí ou simplesmente não é ciência exata?

    Prezados, mais uma vez, parabéns pelo trabalho de vocês, muito obrigado pela companhia! Aguardo ansiosamente os próximos encontros. Grande abraço a equipe!

  • Olá pessoal

    Que episódio final!!!
    Eu acreditava que choraria feito uma criança, mas fiquei surpreso com a minha reação. De fato, me senti uma criança, mas não chorona. Me senti assistindo o episodio 6 denovo, empolgado com tudo, ansioso pelas várias partes do plano doido do Ezra. Propósito, não sei de onde veio toda essa fodelança do Ezra, se redimiu das últimas três temporadas de cagadas.

    Mas como vocês bem deixaram claro, Rebels foi muito mais que uma série. Eu tive uma grande experiência com Lost e Breaking Bad. Mas não tive podcasts e comentários tão elaborados, e ansiosos como os nossos. É isso foi o mais legal, assistir o episódio, ouvir o holocast e preparar um comentário que não fosse do tamanho de uma parede (difícil).

    Fiquei muito feliz de conhecer vocês (em áudio e pessoalmente no caso de Rafael, Luiza e Beto).
    Me emocionei muito com alguns episódios, dois principalmente (o S03E15 em que a Sabine treina usar o Darksaber e a morte do Kanan que me desgraçou por metade de uma semana). Mas não esperava que essa noite de segunda ia bater uma tristeza pela falta de episódios.
    Acho que o epílogo, deixa claro que a série foi precocemente encerrada por replanejamento da Lucasfilm. As mudanças de datas, a cagada que vai ser Solo, as reações ao Last Jedi… Acredito que as novas produções mudarão um pouco a cara de Star Wars, e Rebels sempre não mão de Filoni, não teria como acompanhar essas mudanças. Claro que veremos mais produtos com ele a frente, mas são mudanças que a franquia precisa ter, e as vezes precisamos deixar algumas coisas boas para trás.

    Mas felizmente o holocast não nos abandona #naodeixeoholocastmorrer #naodeixeoholocastacabar

    Abraço a todos, podcasters e ouvintes!

  • Olá, pessoas! Que final sensacional, viu? Foi muito legal ver o amadurecimento daquele menino RBD da primeira temporada para esse jovem maduro do final da sérire, me referindo ao Ezra, óbvio. Na verdade, evolucao de personagem e o que melhor teve nessa série, do Ezra até o Kallus. Estou muito curioso para ver que caminhos o Ezra seguiu e quando ele reaparecera, se vai ser em livro, HQ ou na nova série animada. Já em uma idade avançada. Por hoje vou ficar por aqui. Adoro os comentários de vocês e os considero meus virtual friends, respondo muito voces mentalmente enquanto ouço os programas! Ahahha obrigado por todos os programas referentes a Rebels e vamos que vamos 🙂 abraços

  • Camila Werling

    Hello there!
    Costumo comentar algo só pelo twitter, no entanto o momento pede algo especial, por isso deixei a vergonha de lado e resolvi postar aqui.
    Não sou do tipo que acompanha Star Wars desde pequena nem nada disso, sempre preferi ver lutas de espadas afiadas e sanguinárias, daquelas que se vê em histórias medievais (um pouco diferente dos sabres de luz)… No entanto namorar há 6 anos um jovem (nem tanto mais) padawan me fez rever Star Wars depois de anos e adivinhem? Gostei! Mas até então eu apenas gostava. Eis que um belo dia o Pires me manda (mais um) podcast pra ouvir, sobre Star Wars. Sim era o Datacron! Achei super legal, mas ainda não foi dessa vez que meu coração disparou. Conversa vai e vem e ele me conta que existia uma série de desenhos envolvendo o universo de Star Wars, e resolvemos assistir esse tal de Rebels. É aqui que meus olhos começaram a brilhar (e que comecei a acompanhar vocês!!). Rebels me fez enxergar diferente tudo que envolvia Star Wars. Me apaixonei! A força, a determinação e a igualidade com que a eterna musa do holocast, minha Twi’lek (e ouso dizer, personagem) favorita de todo Star Wars, Hera Syndulla, lida com a vida é sensacional, indescritível! Aquela mandaloriana de cabelos multicoloridos que podia resolver tudo fosse com arte, fosse com explosões me deixava extremamente empolgada. Os gruídos e resmungos do robô mais rabugento e engraçado de todas as galáxias me faziam rir tanto! A lealdade daquele Lasat (espécie que eu nunca nem tinha ouvido falar) me comoviam. E por fim, eu que sou professora, assistia a relação de mestre e aluno, por vezes até de pai e filho, do Kanan e do Ezra e via naqueles dois muito cotidiano do ensino. Como não sou tão criteriosa ou crítica com filmes e séries nessas 4 temporadas acho que consigo contar em uma mão os episódios que não gostei tanto. Tudo foi surpreendente e me fizeram amar e assistir Star Wars de um jeito completamente diferente! Nesse caminho ouvi muito os comentários de vocês no podcast e neles me via ainda mais encantada com Rebels: era um detalhe que não havia reparado, ou alguma conexão ainda não feita, enfim, como foi bom ouvi-los! Gostaria então de agradecer a cada um de vocês por junto com o Pires terem me apresentado e de certa forma caminhado comigo por esse universo lindo e apaixonante. Espero que as histórias desse grupo de rebeldes ainda ecoe muito pelo imenso universo de Star Wars.

    Saudações, (desculpem pelo longo texto)
    E como vocês sempre dizem: Nos vemos na próxima saída pro hiperespaço!

  • Thiago Ribeiro

    Terminei Rebels ontem, e de ouvir o holocast correspondente hoje (3 horas, né? rs).

    Só pra deixar registrado: obrigado pelos programas. Rebels foi bom, mas assistir a série e depois ouvir os holocast tornou a experiência única. Parabéns e, de novo, obrigado! 😉